O Espião Que Sabia Demais

Inglaterra, final da década de 1970, em plena guerra fria. Em ‘O Espião que Sabia Demais’ (Tinker Taylor Soldier Spy-2011) a agência de inteligência comandada por Control (John Hurt, de Enigmas de Um Crime e Outlander: Guerreiro VS Predador) se depara com uma disputa pelo poder, entre os principais membros da organização, ao mesmo tempo que um suposto agente duplo pode estar infiltrado entre eles.

Buscando respostas por conta própria, Control pede ao agente Jim Prideaux (Mark Strong, de Sherlock Holmes e A Jovem Rainha Vitória) que realize uma missão não oficial da Hungria. Mas as coisas não dão certo e Jim se vê no meio de um tiroteio onde uma civil é morta enquanto amamentava seu bebê. Com a insurgência desses problemas, Control é demitido e junto com ele seu braço direito, Smiley (Gary Oldman, de Batman Begins e Os Fantasmas de Scrooge).

Os rumores sobre o agente infiltrado chegam ao governo, e o Ministro secretamente solicita a Smiley que realize investigações, já que Control acaba de morrer no hospital. Para auxiliá-lo conta apenas com o agente Peter (Benedict Cumberbatch, de Criação e A Outra) e o suporte de Mendel (Roger Lloyd-Pack, de Revolução em Dagenham, e Feira das Vaidades). Juntos vão investigar a cúpula do serviço secreto: Alleline (Toby Jones, de Capitão América: O Primeiro Vingador e O Nevoeiro), Bland (Ciarán Hinds, de A Vida Durante a Guerra e Munique), Esterhase (David Dencik, de Os Homens Que Não Amavam as Mulheres) e Haydon (Colin Firth, de A Última Legião e Bons Constumes).

Durante as investigações chegam até Ricki Tarr (Tom Hardy, de Nem Tudo É o Que Parece e Jogo Entre Ladrões) que traz informações que podem desvendar todo o mistério que procuram. Baseado no best seller de John Le Carré, o filme é todo ambientado na época da guerra fria, com o retrato de toda a tecnologia disponível na época, sob a batuta do diretor Tomas Alfredson.

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